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Revitalização de aldeias
Título: ASAS - Aldeias Sustentáveis e Activas
Tipologia: Parceria Privada
Promotor: ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (Associação de desenvolvimento )

Outros promotores:
ADCMoura - Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura Associação de desenvolvimento
ICE - Instituto das Comunidades Educativas ONG
   
   
   
   
   
   
 

Localização: continente
Concelho:  
Fundo: FEADER Programa: PRRN
Área de intervenção / Ação:
AI 1 Capitalização da Experiência e do Conhecimento 1.2. Promover a identificação, análise e a difusão de boas práticas e novos conhecimentos que respondam às necessidades dos agentes e criação e gestão de uma base de dados específica para o efeito
   
   
Prioridade temática: Competitividade empresarial, inovação, empreendedorismo e gestão
Custo total: 323.050 € Financiamento comunitário: 161.525 €
Financiamento Nacional: 161.525 € Financiamento privado:0 €
Data de aprovação: 10-2012 Data de conclusão: 07-2013
Síntese
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O projecto ASAS – Aldeias Sustentáveis Activas, tem como finalidade promover a valorização da intervenção em aldeias rurais isoladas de modo a promover a criação de melhores condições de vida para os seus habitantes através da revitalização económica e social dos territórios. 
Contudo, pretende-se ainda a valorização dos resultados obtidos a partir de experiências desenvolvidas pelas entidades que compõem a parceria - projecto Iguais Num Rural Diferente (Iniciativa Comunitária EQUAL) e o projecto Capital Aldeia (Bolsa de Valores Sociais) e pela sua congregação com outras actividades com vista à criação de estratégias para revitalização das aldeias rurais isoladas em risco de desertificação. 
Este projecto, com assento numa lógica de cooperação interterritorial, tem como objectivos i) promover o desenvolvimento local dos territórios; ii) promover a revitalização das aldeias isoladas em risco de desertificação; iii) fomentar a valorização dos recursos endógenos locais; iv) promover o know how e a qualificação dos agentes locais.
Para tal, pretendem-se desenvolver actividades que promovam a troca de experiências entre agentes de desenvolvimento que trabalham em prol da qualificação e revitalização de aldeias rurais desertificadas, potenciais interlocutores/as e/ou facilitadores/as e as próprias comunidades, o que nos permitirá responder às reais necessidades dos territórios e a criar um programa mínimo de revitalização integrado.  
Paralelamente à implementação do projecto-piloto em 3 aldeias, realizar-se-ão intercâmbios entre aldeias permitindo assim a troca de experiências e eventual transferência de conhecimentos e desenvolvimento de projectos comuns. 
A base de conhecimento descrita resultará na produção de material informativo, de interesse particular para os potenciais agentes promotores de desenvolvimento e revitalização de aldeias rurais em risco de desertificação – municípios, autarquias, entidades de desenvolvimento local ou outras organizações congéneres, que contribuam para os processos de requalificação económica e social dos territórios.  
Em suma, podemos afirmar que este projecto se constitui como uma experiência-piloto no desenvolvimento de estratégias integradas de desenvolvimento dos espaços rurais isolados por forma a combater o problema da desertificação.
 
Enquadramento
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A situação sócio – económica caracterizada pelo acentuado envelhecimento da população e o exôdo rural levam à desertificação humana, abandono e inactividade, quase invariavelmente, a degradação física e ambiental de muitas aldeias, principalmente nas zonas de interior do país, coloca de forma premente a questão da sua recuperação e revitalização. Neste campo de actuação os diversos programas “temáticos” de aldeias, que têm sido implementados em diversas regiões do país, têm vindo a oferecer uma solução integrada que terá certamente uma expansão nos próximos anos sabendo-se, entre outros factores, da importância estratégica da estruturação de soluções que viabilizem práticas diversificadas de turismo na oferta nacional demasiado marcada pelo binómio redutor do sol e praia. 
Contudo, a par desta abordagem “temática” que inscreve na sua estratégia de desenvolvimento uma condição essencial associada à ideia de percurso, de rota, de articulação temática entre lugares, coloca-se a questão da intervenção revitalizadora em aldeias isoladas que não encontram elementos identitários suficientemente fortes para serem associadas a conceitos globalizantes e de leitura e/ou interpretação simbólica nos mercados de consumo.
Trata-se de um tema relevante para os decisores políticos de âmbito regional e local – as aldeias abandonadas ou em processo acelerado de abandono – sendo ainda matéria de significativa preocupação por parte das populações locais que vêm extinguir-se parte da sua memória e da sua identidade cultural. 
Neste sentido, o desenvolvimento local e sustentável das aldeias desertificadas assume-me como condição fundamental para o desenvolvimento dos territórios, na medida em que anima a população local, cria postos de trabalho, evidencia as potencialidades dos recursos endógenos e colmata necessidades do local, ao mesmo tempo que o faz de uma forma sustentada.
 
Objetivos
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Com o Programa ASAS pretende-se atingir os seguintes objectivos:
- dotar as autarquias e associações de desenvolvimento de base local de instrumentos programáticos para apoiarem a revitalização de aldeias em situação de abandono;
- articular os diversos Programas de Aldeia que funcionam a nível nacional numa plataforma comum de  gestão do conhecimento e em torno de dispositivos de cooperação comuns;
- enriquecer o conceito de Programa Integrado de aldeia através da valorização do Capital de Aldeia que assenta na participação qualificada das populações e em formas específicas de auto-organização;
- fornecer aos actores do desenvolvimento rural e local  estratégias, metodologias, técnicas e instrumentos para apoiar intervenções integradas em pequenos aglomerados rurais;
- desenhar novas modalidades de intervenção económica e social que sejam adequados e coerentes no combate à desertificação dos territórios em perda.

Descrição
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ACTIVIDADE 1) Forúm Nacional Aldeias Sustentáveis e Activas 
Acções: 1)Preparar e realizar o 1º Encontro Nacional de entidades envolvidas em processos de revitalização de aldeias ; 2) Lançar o Proposta de "Programa Mínimo de Revitalização de Aldeia"; 3)Realizar 12 acções descentralizadas para apresentação do "Programa Mínimo de Revitalização de Aldeia" a entidades estratégicas; 4)Preparar e realizar o 2º Encontro Nacional, para divulgação e debate de resultados do projecto - Convite de uma Experiência Internacional
ACTIVIDADE 2) Comunidade de Prática 
Acções; 1) Definir e activar os instrumentos de comunicação; 2) Constituir e dinamizar 3 grupos de reflexão temáticos (lançados no 1º Encontro); 3) Recolher e sintetizar propostas de boas práticas; 4) Operacionalizar e disseminar uma síntese digital de resultados da CoP
A plataforma de comunicação permanente online será construída a partir dos recursos já disponíveis, nomeadamente WEB 2.0, com ligação ao Portal da Rede Rural Nacional e aos websites das entidades que compõem a parceria – Animar, ADC Moura e ICE. A parceria participará
 de forma activa no processo de desenvolvimento e aprofundamento da temática da COP, sendo que a sua dinamização será segurada por
 um/a animador/a, em regime de prestação de serviços, a contratualizar pela Animar, que por sua vez prosseguirá o acompanhamento dos
 trabalhos e dos grupos de reflexão por área temática constituídos a partir do primeiro encontro nacional. Espera-se que esta COP constitua a
 fonte primordial de informação e preposição de que se alimentará a maioria das demais actividades do projecto, permitindo assim a recolha e
 sintetização de propostas de boas práticas. No final da actividade será editada uma newsletter digital com os resultados da CoP.

ACTIVIDADE 3) Intercâmbios Entre-aldeias 
Acções: 1) Identificar de 5 casos de partilha de interesses; 2) Preparar e realizar 10 momentos de encontros/visitas/processos de qualificação entre-aldeias; 3) Produzir contributos para guia de boas práticas
Nas aldeias onde se tiver identificado um grupo de "facilitadores de aldeia" (ver acção seguinte), serão prioritariamente estes a participar nos encontros, o que lhes permite conhecer outras realidades passíveis de transferência para o contexto do seu território. 
ACTIVIDADE 4) - Projecto piloto "aldeias em rede no combate à desertificação"
Acções: 1) Planear a acção (com incorporação de contributos prévios); 2) Lançar o projecto nas aldeias (1 sessão comunitária inicial, em cada aldeia a envolver); 3) Seleccionar e qualificar os interlocutores/facilitadores de aldeia (interface com comunidade local nos territórios a envolver); 4) Desenvolver 3 Grupos de Trabalho GT, 3 sessões temáticas, acções de demonstração de curta duração, em cada um dos territórios a envolver; 5) Produzir um relatório de factores críticos de sucesso/insucesso e boas práticas do processo.
ACTIVIDADE 5) - Divulgação de resultados/mainstreaming 
Acções: 1) Elaboração e divulgação do Guia de Boas Práticas de Revitalização de Aldeias; 2) Acções públicas de divulgação e Seminário Final 
ACTIVIDADE 6) - Gestão 
Acções: 1) Reuniões de parceria (13 reuniões: 7 presenciais e 6 a distância); 2) Gestão, avaliação, monitorização, promoção do projecto
 


 

Resultados
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Act.1) Fórum Nacional Aldeias Sustentáveis e Activas
2 Encontros Nacionais – 140 participantes 
12 acções descentralizadas -120 participantes                                                    1 Documento produzido ("Programa mínimo de revitalização de aldeia")

Act. 2) Comunidade de Prática
1 CoP "Aldeias Sustentáveis e Activas" – 50 Membros 
3 grupos de reflexão temáticos (lançados no Encontro inicial) constituídos e dinamizados – 45 Membros 

Act. 3) Intercâmbios  Entre-aldeias 
5 casos de partilha de interesse
10 momentos de encontros/visitas/processos de qualificação entre-aldeias

Act. 4) Projecto-piloto "aldeias em rede no combate à desertificação"
3 aldeias envolvidas no projecto-piloto
20 interlocutores/as  ou facilitadores/as de aldeia 
9 grupos de trabalho (5 em cada território)
9 sessões temáticas (5 em cada território)
1 Relatório de factores críticos de sucesso/insucesso e boas práticas do processo experimentado

Act. 5) Guia de boas práticas de revitalização de aldeias
1 Guia e divulgação de resultados / mainstreaming
10 Acções públicas de divulgação 

Act. 6) Gestão
13 reuniões de parceria (7 presenciais e 6 a distância) 
Outra informação
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Contacto
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Nome: Carlos Valentim Ribeiro
Morada:  
Telefone: 219527450/968618410 E-mail: animar@animar-dl.pt
Website:  
Documentos:  
Data da informação: 15-10-2015

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